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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Supernatural: à espera da 7ª temporada.

Os fãs da série Supernatural já podem ficar na expectativa: as aventuras de Sam e Dean podem ter sua duração prorrogada por mais uma temporada. Exibida nos Estados Unidos pela rede de televisão “The CW”, a série teve uma ótima receptividade em seu novo horário e o presidente da emissora, Dawn Ostroff, declarou que não há motivos para não renovar o programa.

Supernatural está atualmente na metade da sua 6ª temporada, e diferente da temporada anterior, a trama tem uma dinâmica melhor e tem envolvido mais a audiência. O público está sempre ansioso para saber o que vai acontecer com os irmãos Winchester.

Mas enquanto a 7ª temporada não é confirmada, os fãs brasileiros terão a chance de se aproximar mais dos personagens do seriado na Rising Con América do Sul 2011, a 1º convenção sobre o seriado. O evento acontecerá no hotel Sherathon, em São Paulo, nos dias 28 e 29 de maio. Misha Collins (que interpreta o anjo Castiel), Chad Lindberg (Chad) e Matt Cohen, (John Winchester) já confirmaram suas presenças na convenção.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Vibrações


Está acontecendo algo errado comigo. Em situações normais eu não aceitaria ser recebido com golpes de caratê e armas apontadas para minha cara, afinal, isto não é o que chamo de recepção calorosa. Mas mesmo sem qualquer senso de hospitalidade, não consigo ficar irritado com a Dru.

Depois de toda a confusão que criei com a minha chegada inesperada à sua casa, pude ver como a menina está completamente perdida. Ela não sabia nada a meu respeito, sobre o desaparecimento do seu pai e nem dos riscos que está correndo.

Ela tem muito o que aprender e eu sinto que preciso ajudá-la a se virar nessa batalha que é o mundo real. E mesmo sem admitir, sei que por baixo de toda sua desconfiança, a Dru sente algo por mim. Isso fica na cara quando ela se aproxima.

E se eu percebi essa vibração estranha entre a gente, o amiguinho oriental dela também pode ter sacado tudo. É bom que esse Graves não venha com demonstrações físicas de ciúme. Ele já tem idade suficiente para levar um corretivo.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Problemas na Escola


Eu sabia que a idéia do Graves da gente voltar pra escola era uma furada. Também, quem mandou eu me deixar convencer tão facilmente? Se eu soubesse do problema que eu teria com a bruxa da Bletchley, não teria passado nem perto da sala de aula.

Por mais que tenha sido um prazer ver os sebosos da turma darem um chilique e aquela monstra que se acha professora se dando mal, confesso que fiquei bolada. O Graves ficou lá, paradão, sem fazer nada e eu não tinha outra coisa a fazer além de sair fora.

Claro que a risada que eu dei ao fugir da sala foi desnecessária.

Mas Graves não precisava correr atrás de mim e me dar um empurrão. Também, não ajudou em nada ele me dar uma bronca. Eu estava em choque, não consegui ouvir nem metade do blá-blá-blá dele. Graves viu minha reação e baixou a bola. Ele não teria coragem de continuar brigando comigo, me vendo chorar como uma menininha.

Só não entendi aquela história de “namorada”. Quem esse moleque tá pensando que é?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Ciúme?


Qual é a desse Christophe? O cara aparece do nada, cheio de marra, com essa roupinha de playboy e querendo mandar em tudo? Quem ele pensa que é? Eu e a Dru estávamos nos virando muito bem sozinhos. Quando será que ele vai perceber que não precisamos de um mauricinho pra mandar na gente?

Mas o pior de tudo é ver que a Dru está dando trela pra ele. Já peguei uns olhares de peixe morto que ela lança pro cara. Só espero que ela não esteja afim desse Christophe. Ela não sabe nada dele. Quem garante que o cara não está armando pra cima dela?

Quem? Eu com ciúme?!?! Nada a ver! Eu só me preocupo com quem a Dru anda por aí!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Guarda costas por acaso

Dwight Anderson poderia ter sido mais útil se não fosse um sujeito tão teimoso. É claro que o velho Dwight era durão, mas nunca seria duro o bastante para enfrentar os perigos a que ele se dispôs.

Eu tinha avisado, mais de uma vez, que só mesmo a sorte explicaria ele ter ido tão longe em sua missão. Dwight tinha se envolvido com gente perigosa, perigosa demais para um simples humano querer encarar. Ele se arriscava demais. Eu disse para ele ir embora e deixar as coisas como estavam.

Mas o turrão me ouviu? Claro que não! Agora quem tem que dar uma de anjo da guarda da sua filha Dru, sou eu. Como se eu já não tivesse problemas demais. Espero que a garota não tenha puxado o gênio do pai. A última coisa que eu preciso agora é ser babá de uma adolescente teimosa e metida a heroína.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Ano novo, vida nova?

A chegada de um novo ano sempre me deixa meio pra baixo, fico caladona, sem ter o que falar. Se antes essa era uma ocasião triste, imagine agora que estou sem meu pai.

Essa época me faz lembrar dele. Dos vários fins de ano que passamos separados, de como ficava triste quando via outras crianças ganhando presentes de seus pais e eu só tinha a minha querida avó para me consolar. Ou então, depois que ele reapareceu, quando não importava o natal ou o réveillon: o mundo inteiro poderia estar festejando, mas se fosse necessária uma mudança imprevista, saíamos correndo de uma cidade para outra.

Outro ano chegou, perdi meu pai mais uma vez, mas essa foi a única mudança em minha vida. No resto, ela continua uma loucura total. Ainda tenho que me virar com essas coisas do mundo real que vivem aparecendo em meu caminho.

Pelo menos não estou sozinha. O Graves é apenas um garoto, não sabe quase nada da vida e muitas das vezes me enche o saco, mas ainda assim é alguém com quem posso contar. Não compensa a falta de um pai, mas já é um começo.

Será que esse ano novo vai trazer algo de novo na minha vida?

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O fim de ano e o mundo real


Do lado de fora do bar, o frio e a neve me lembram que o fim do ano está próximo. Para a maioria das pessoas, às que vivem apenas no mundo normal, é uma época de alegria, fraternidade, comunhão, todas essas coisas que lemos em cartões baratos.

No mundo real, a coisa é um pouco diferente. Os seres que habitam este plano não fazem ceias, não dão festas, nem confraternizam. O clima das pessoas do mundo normal acaba afetando o mundo real e todos ficam mais agitados.

Vampiros, lobisomens e outras entidades não sentem fome de panetones e rabanadas. Quando os vampiros bebem champanhe no réveillon, eles saem às ruas sedentos de sangue. E os lobisomens não se contentam com uma coxa de peru na ceia de Natal. Nos dois casos, pobre de quem cruzar o caminho de ambos.

Não pensem que o Papai Noel é o único ser mitológico a cruzar as noites natalinas. O mundo real sempre gosta de invadir o mundo normal no fim do ano. Não é por acaso que o conto de Natal mais famoso do mundo é povoado por fantasmas.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dru, você me deve essa!

O que me deixa mais chateado com a Dru é essa pose de super-heroína que ela tenta passar. A garota só tem 16 anos e pensa que pode se virar sozinha contra um bando de monstros e assombrações.

Não que eu seja a pessoa mais indicada para ajudá-la. Ser atacado por entidades que eu pensava que existiam apenas em filmes de terror é uma coisa nova pra mim e é claro que eu ainda não me adaptei ao tal “mundo real”. Mas daí a deixar a Dru sair sozinha depois de uma coisa tentar arrombar a nossa porta é um pouco demais.

Como a menina é um poço de teimosia, tive que gritar, correr e literalmente me atirar em cima dela pra que a Dru entendesse que ela me deve essa. Ela não pode simplesmente me atirar nessa história maluca e depois me deixar em casa. Não mesmo!

E isso nem é o pior: depois de todo esse esforço, Dru me levou para uma cafeteria infecta apenas para fazer uma ligação. E pela cara dela depois de sair da cabine telefônica, o que ela ouviu não deve ter sido nada legal. No mínimo a Dru vai entrar em outra furada e é claro que eu não vou deixá-la sozinha nessa.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Vampiros e Lobisomens: fama, rivalidade e jogos.

O universo fantástico sempre encantou muitas pessoas, mas dois mitos, em especial, são sempre muito lembrados: vampiros e lobisomens. Houve um período em que eles estavam um tanto quanto apagados, mas essa fase passou e atualmente a fama dos dentuços e dos peludos atingiu níveis estratosféricos, transformando-os em estrelas mundiais. Uma das muitas explicações para o ressurgimento de ambos e a transformação dos dois em fenômenos é o universo RPG (Role Playing Game).

Lançado em 1991, “Vampiro: A Máscara” foi um sucesso absoluto. Arrastando multidões, esse RPG foi um marco. Outro grande sucesso foi “Lobisomem, o Apocalipse”. Diferente do horror psicológico e pessoal que envolve o jogo sobre vampiros, esse tende mais para o lado selvagem. Vale frisar que ambos utilizam o mesmo sistema de jogo, denominado Storyteller, e que seus personagens são inimigos mortais.

Muitos são os motivos que explicam o culto em torno desses dois seres fantásticos, mas com certeza “Vampiro: A Máscara” e “Lobisomem: o Apocalipse” tem um peso enorme para tal sucesso.

Você já jogou algum deles? Qual dos dois mitos mais lhe encanta? Conte como se apaixonou por esse universo.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Susto matinal...

A manhã começou agitada. Fui acordada pelo Graves, que quase caiu em cima de mim na cama, usando apenas uma cueca. Mas se isso foi bizarro, mal sabia eu o que aconteceria depois.

Graves me avisou que tinha alguém estranho lá fora. Quando fui ver quem poderia ser, pude ouvir as batidas na porta. Senti meu famoso arrepio, aquele que indicava perigo, eu sabia com certeza que tinha algo bem desagradável do lado de fora. E eu estava sem a droga das minhas armas! Parece que a pessoa – ou a coisa – notou nossa aproximação e parou de bater.

Pude ver algo se mexendo pela fresta da porta. Agradeci muito à minha avó por ter me ensinado a “fechar” a casa com suas magias. O feitiço parece que estava impedido a....coisa de entrar. Ela arranhou de leve a porta e fiquei imaginando o que faria se ela conseguisse entrar. ..

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Tem gente querendo saber da Dru...

O sumiço do Dwight trouxe duas consequências pro meu bar: primeiro perdi dois clientes – o Dwight e a sua filha Dru –, segundo, os informantes que vivem perambulando por aqui perderam uma fonte de renda. E sem uma fonte de renda, eles não consomem minhas bebidas.

Mas parece que o mercado das informações sobre o mundo real está voltando a aquecer. Andam perguntando pela Dru o tempo todo e isso, na maioria das vezes, significa problemas.

Como não me meto na vida dos meus clientes, só me resta torcer pra que a Dru esteja bem. Espero que a menina saiba se virar sem a ajuda do pai.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O que será que a Dru quer?

Ahn....

O que...o que aconteceu? Por que estou sem roupas?

E...POR QUE ESTOU AMARRADO NESSA CAMA?!?!?!

Calma Graves, calma. Se concentra. Você estava com a Dru no Shopping e aí...e aí...Lembrei! Apareceu um monte de bichos esquisitos e um deles me machucou e a Dru me trouxe pra casa dela... Mas por que diabos precisava me amarrar na cama? Hmmmm...será que ela está pensando em...Ah! Seria muito bom pra ser verdade.

Mas...e se eu tiver que ir ao banheiro?!?!?

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Quase um amigo


Quando Graves sugeriu que eu ficasse no shopping, perguntei várias vezes se ele estava de zoeira. Mas depois do que aconteceu com meu pai, eu precisava confiar em alguém e não havia outra pessoa. Parecia bizarro, mas no momento ele era tudo o que eu tinha.

À noite, os corredores vazios eram muito diferentes, sem aquele monte de gente andando pra lá e pra cá. O que eu mais precisava era de silêncio para descobrir o que iria fazer. Minha vida estaá uma completa zona.

É difícil admitir, mas agora, o Graves é o que tenho de mais parecido com um amigo. Acho até que o garoto está de olho em mim, ele está me ajudando muito. Mas não posso me empolgar... Se me deixar levar por essa amizade, posso colocar em risco a segurança do Graves.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Não quero perder meus clientes...

Essa noite o Dwight Anderson apareceu aqui no bar. Veio ao balcão, pediu o bourbon de sempre, mas sua cara estava diferente. Parecia mais preocupado, tenso. Talvez por isso não tenha trazido a sua filha.

Ele não bebeu no balcão, preferiu uma mesa de canto, discreta. Parecia estar esperando por alguém, o que se confirmou algum tempo depois. O problema foi o Dwight querer conversar justamente com o sujeito com a maior pinta de informante da região. Geralmente quem se mete com esse cara não costuma se dar bem.

Os dois saíram ainda agora. Se o Dwight não voltar depois dessa noite, espero que ao menos sua filha continue a frequentar o bar. Diminuir a freguesia nunca é bom.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Quem será essa menina?

Justo quando aparece uma garota nova e interessante no Colégio Foley a Sra. Betchley resolve pegar no meu pé. Não é por acaso que chamam essa velha balofa de “cachorro louco”.

Tentei achar a menina no refeitório, na hora do almoço, mas não a encontrei. Vou dar umas olhadas por aí. Preciso saber quem é essa garota. Ela tem algo diferente. Certamente não é como as outras aqui do Foley.

Epa! É ela que está indo por ali... parece que vai matar aula. Vou atrás dela. Mas o que eu faço? Chego falando “Prazer, meu nome é Graves”? Será que uma garota tão diferente vai gostar de uma abordagem tão comum?

Não sei, mas não posso perder essa chance. Tenho que conhecer essa garota agora!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Que minha Dru fique bem...

Não queria ter que sujeitar minha filha a passar sua adolescência vagando pelo país e muito menos a parar nessa cidadezinha que não para de nevar. Mas é inevitável. A missão que me obrigo a cumprir não nos permite o luxo de ter residência fixa. Dru não sabe ao certo a razão desse nosso vai-e-vem. No momento certo, contarei tudo e tenho certeza que ela vai entender.

Hoje encontrarei um informante no bar. Ele me dará uma pista quente sobre o alvo que há tanto tempo procuro. Estar tão próximo do meu maior inimigo é excitante e assustador. Confesso que temo pelos perigos que terei que passar.


A Dru queria ter vindo comigo, mas não pude deixar que ela corresse tamanho risco. Espero que ela fique bem. Seja qual for o meu destino após essa noite.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Vida de barman não é fácil

Servindo bebidas nesse bar pouco recomendado já vi mais coisas estranhas do que a maioria das pessoas. Os clientes – um monte de gente quieta e com cara de poucos amigos – parecem normais num primeiro olhar, mas quem tem uma visão mais apurada logo percebe que de normal eles não têm nada.

Vejam por exemplo o Dwight. Vem sempre ao bar, me pede uma dose de Bourbon Jim Beam e sai por aí fazendo perguntas. Devia saber que em um bar como esse, os curiosos não são bem vistos. E raramente têm um final feliz por aqui.

Pior ainda quando ele aparece com aquela menina. Ele não costuma falar sobre isso, mas deve ser a filha dele. Ela sempre fica no balcão, bebendo um refrigerante, enquanto o Dwight vai fazer suas perguntas. As vezes ela fica com o olhar fixo em um ponto do bar, como se visse algo que apenas ela pode enxergar.

É uma menina estranha. Deve ser mesmo filha do Dwight.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Seja bem-vindo ao meu estranho mundo

Meu nome é Dru Anderson. Com 16 anos, estou longe de viver uma vida normal. Ainda criança, perdi minha mãe e vi meu pai sumir no mundo. Fui criada pela minha avó - uma velha sábia e praticante de magia.

E essa é a parte boa da história. Depois que meu pai voltou para me buscar na casa da Vovó, vivemos cruzando o país caçando criaturas sobrenaturais. Isso é incomum o bastante para vocês?

Mas, pensando bem, melhor isso que aturar a mesma chatice que as garotas da minha idade tem que tolerar. Escolas, líderes de torcida, ‘mauricinhos’. Acho bem mais interessante procurar um boteco que nos leve ao mundo real.

Vocês não sabem o que é o mundo real? Posso até contar, mas não quero ninguém se arrependendo depois!